Pesquisas

Devastação S/A


A segunda parte dessa pesquisa, intitulada Devastação S/A, financiada pelo Instituto Observatório Social, mostrou como funciona a exportação de madeira retirada de forma predatória e “esquentada” por esquemas de corrupção. Após a publicação desses dados, as maiores empresas de madeira da Europa se comprometeram a mudar a forma como compram o produto no Brasil, ampliando o controle dos fornecedores. A pesquisa denunciou madeireiras que operavam ilegalmente, funcionários públicos corruptos e grupos empresariais ligados direta ou indiretamente a esquemas criminosos que faziam parte da base do processo de devastação da Floresta Amazônica.

A madeira oriunda de empresas que desmatavam ia parar na casa de consumidores de todos os continentes, da América do Norte à Ásia, da Europa à Oceania. Em dezenas de países, o que era retirado ilegalmente da floresta tornava-se matéria prima na construção civil e em diversos ramos da indústria. A derrubada clandestina, o beneficiamento e o comércio de uma árvore seguiam conhecidas rotas de ilegalidades e crimes ambientais, fiscais e trabalhistas. Diversas organizações da sociedade civil ligadas à proteção do meio ambiente e órgãos do governo admitiram que boa parte da madeira originária da Amazônia era retirada de forma ilegal e sofria um processo de “esquentamento” até chegar ao consumidor final.

 


Conheça os resultados desta pesquisa:


A segunda parte da pesquisa “Quem se beneficia com a devastação da Amazônia”, intitulada Devastação S/A, recebeu dois prêmios: Prêmio Esso de Jornalismo – honra ao mérito na categoria Informação Científica, Tecnológica e Ecológica, e Prêmio Fiema de Jornalismo Ambiental. A pesquisa mostrou como funciona a exportação de madeira retirada de forma predatória e “esquentada” por esquemas de (…)

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