Frentes de trabalho

Negociação


Com o suporte e a profundidade das nossas pesquisas, lideramos processos de negociação com empresas, organizações da sociedade civil e governos, objetivando unir esforços para enfrentar os desafios que o mundo contemporâneo ainda enfrenta para construir uma sociedade mais justa, com respeito aos direitos humanos e respeito ao meio ambiente.

Produção de carvão na Amazônia Brasileira

A Papel Social participou durante sete anos de processos de negociação ligados ao enfrentamento ao trabalho escravo na cadeia produtiva do aço, em parceria com a Organização Internacional do Trabalho, Instituto Ethos e Instituto Observatório  Social. Ao longo desse tempo, subsidiado por pesquisas, a Papel Social contribuiu para dar um novo perfil ao modelo de negócios envolvendo a produção de carvão na Amazônia Brasileira levando à formalização cerca de 30 mil trabalhadores, empregados em condições precárias e em desrespeito aos direitos humanos.

Você pode saber mais sobre o tema acessando as pesquisas:

Escravos do Aço
Quem se beneficia da devastação da Amazônia
Devastação S/A

Produção de carne suína

A Papel Social também esteve à frente da negociação que levou a BRF (dona das marcas Sadia e Perdigão) a assumir o compromisso público de mudar, em 12 anos, seguindo padrões internacionais para esse tipo de mudança, o seu método de produção de carne suína, que causa sofrimento extremo a esses animais. O objetivo era acabar com as gaiolas de ferro que geravam um sofrimento extremo aos animais utilizados na produção de carne suína.

A campanha que mudou a BRF foi conduzida por duas organizações: a Papel Social e o Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal (FNPDA), ONG que congrega mais de 100 organizações de proteção animal, em todo o Brasil. O diretor executivo da Papel Social, Marques Casara, conduziu as negociações. Do outro lado da mesa, esteve à frente das negociações o Diretor Executivo Global de Assuntos Corporativos da BRF, Marcos S. Jank.

Após seis meses de negociação, BRF/Sadia comprometeu-se a abolir as celas de gestação utilizadas na cadeia produtiva da carne suína. A empresa pediu 12 anos para se adequar.

Você pode saber mais sobre o tema acessando a pesquisa “Celas de Sofrimento“.

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