Resultados

Em 15 anos de atuação, a Papel Social pesquisou importantes cadeias produtivas. Identificou violações de direitos humanos e crimes ambientais, mas também participou de iniciativas de vanguarda, em diversos setores da economia. Conheça as nossas conquistas!

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A Papel Social contribuiu para a criação do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo a partir da repercussão da pesquisa “Escravos do Aço” e atualmente atua na comunicação e produz informações para subsidiar as ações do Instituto Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo.

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A Papel Social participa da maior iniciativa empresarial de enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes: o Programa Na Mão Certa, lançado pela Childhood Brasil. Em 2009, a Revista Na Mão Certa, produzida pela Papel Social e lançada pela Childhood Brasil, recebeu o Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos.

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Em parceria com o Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal (FNPDA), a Papel Social realizou uma incansável campanha de negociação, junto a maior produtora de carne suína do Brasil, a BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão. O objetivo era acabar com as gaiolas de ferro que geravam um sofrimento extremo aos animais utilizados na produção de carne suína. Após seis meses de negociação, BRF/Sadia comprometeu-se a abolir as celas de gestação utilizadas na cadeia produtiva da carne suína. A empresa pediu 12 anos para se adequar.

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Após pesquisa da Papel Social e uma campanha da Oxfam sobre a cadeia produtiva do açúcar, que apresentou os impactos socioambientais causados pelo uso de açúcar obtido de forma predatória, a Coca-Cola, maior compradora mundial de açúcar, assumiu o compromisso de não mais comprar açúcar proveniente de áreas de conflito de terra, tais como plantações ilegais de cana-de-açúcar, existentes em terras indígenas no Mato Grosso do Sul.

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A segunda parte da pesquisa “Quem se beneficia com a devastação da Amazônia”, intitulada Devastação S/A, recebeu dois prêmios: Prêmio Esso de Jornalismo – honra ao mérito na categoria Informação Científica, Tecnológica e Ecológica, e Prêmio Fiema de Jornalismo Ambiental. A pesquisa mostrou como funciona a exportação de madeira retirada de forma predatória e “esquentada” por esquemas de (…)

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A pesquisa Quem se beneficia com a devastação da Amazônia fez um amplo levantamento sobre a cadeia produtiva dos produtos retirados da floresta de forma predatória. Após a publicação dos dados, as maiores empresas de madeira da Europa se comprometeram a mudar a forma como compram o produto no Brasil, ampliando o controle sobre os fornecedores.

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No interior da Amazônia, a Papel Social encontrou carvoarias com trabalhadores vivendo em regime de escravidão. O carvão produzido por essas pessoas era usado nas principais siderúrgicas da região Norte. Esse mesmo carvão entrava na cadeia produtiva das maiores siderúrgicas do mundo. Motivada pela pesquisa, foi lançada a Carta-Compromisso Pelo Fim do Trabalho Escravo na Produção de Carvão Vegetal.

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A pesquisa “Que Moda é Essa?” identificou uma cadeia produtiva com graves violações de direitos humanos: imigrantes clandestinos, com jornadas de trabalho de até 18 horas por dia, eram usados na confecção de roupas vendidas por grandes magazines. A divulgação dos dados fez com que uma das empresas pesquisadas implantasse um amplo programa de controle da cadeia produtiva.

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