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Veja publicações produzidas pela Papel Social para (ou em parceria com) organizações que atuam em defesa de direitos humanos, direito dos trabalhadores e meio ambiente.

ação Educativa
Ação Educativa 10 anos

Uma década em defesa da produção de conhecimento, formação de educadores e articulação de redes. A história de um projeto que alcança 1,2 milhão de pessoas em todo o Brasil. A força das parcerias para influenciar as políticas públicas. EDIÇÃO COMEMORATIVA 2004 


 

Childhood Brasil (Instituto WCF)

 

Na Mão Certa #1 – Childhood

 

Revista do Programa Na Mão Certa – Chidhood Brasil (Instituto WCF) Lançamento do Pacto Empresarial contra a exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias brasileiras.

Na Mão Certa #2 – Childhood

Revista do Programa Na Mão Certa – Chidhood Brasil (Instituto WCF) A publicação foca no projeto de educação continuada do Programa Na Mão Certa e nas ações empresariais contra a exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas.


 

REVISTA DO OBSERVATÓRIO SOCIAL

 

Edição Especial – O Falso Verde

 

Edição Especial da revista do Instituto Observatório Social publica a pesquisa O Falso Verde, que faz um profundo levantamento da cadeia produtiva da celulose fabricada no Espírito Santo e na Bahia. A pesquisa mostra que BNDES e Votorantim são os principais financiadores de uma cadeia de valor ligada a 16 diferentes tipos de crimes, dentre eles fraudes em licenciamentos ambientais, corrupção, invasão de terras e sistemáticas violações aos direitos humanos.

Edição Especial – O Aço da Devastação


Nesta edição especial da revista Observatório Social, a Papel Social apresenta os resultados de uma nova e importante apuração sobre o setor siderúrgico na Região Norte. São resultados que chegam sete anos após a histórica pesquisa Escravos do Aço. Em 2004, mostramos como a produção de carvão vegetal para a indústria de ferro-gusa estava sustentada por uma estrutura arcaica e que violava os direitos fundamentais dos trabalhadores. Na época, grandes siderúrgicas instaladas no polo siderúrgico de Marabá, no Maranhão e no Pará, foram identificadas como financiadoras de carvoarias que usavam trabalhadores escravos na produção de carvão.

Veja também a versão da revista em inglês: “Steel of Devastation”

 

Agreements not kept, corruption and organized crime make iron ore production in Brazil a predatory activity that does not consider the cost of the natural resources that are destroyed in the Amazon to benefit businesses and politicians. U.S.-based companies are the main purchasers of pig iron that depends on charcoal produced from environmental devastation and slave labor.

Edição Especial – A Floresta que Virou Cinza

Sete anos depois de uma pesquisa histórica publicada na revista do Observatório Social, em 2004, que denunciou a existência de trabalho escravo no Polo de Carajás, no Pará, a Papel Social volta da cadeia produtiva do carvão na região. As reportagens desta revista mostram que as siderúrgicas continuam com problemas na cadeia produtiva. Elas agora se beneficiam de processos predatórios para garantir o suprimento de carvão vegetal, produzido com madeira retirada de áreas de preservação ambiental.

Observatório Social #16

Revista do Instituto Observatório Social – pela globalização dos direitos. Aborda questões ligadas ao mundo do trabalho e aos Direitos Humanos.

Observatório Social #15

 

A publicação Devastação S/A, segunda parte da pesquisa “Quem se beneficia da devastação da Amazônia” mostrou como funciona a exportação de madeira retirada de forma predatória e “esquentada” por esquemas de corrupção. Após a publicação desses dados, as maiores empresas de madeira da Europa se comprometeram a mudar a forma como compram o produto no Brasil, ampliando o controle dos fornecedores.

Observatório Social #10

Em parceria com o Instituto Observatório Social, a pesquisa “Que Moda é Essa?” identificou imigrantes clandestinos, com jornadas de trabalho de até 18 horas por dia, trabalhando na confecção de roupas vendidas por grandes magazines. A pesquisa levantou dados que identificaram malharias clandestinas a serviço da multinacional holandesa C&A. A divulgação dos dados permitiu à C&A reorganizar seu programa de controle da cadeia produtiva, tornando-se a primeira indústria do setor do vestuário a assinar o Pacto Nacional Pela Erradicação do Trabalho Escravo no Brasil, levando consigo 40 importantes fornecedores.

Observatório Social #09

 

A principal reportagem desta edição de Observatório Social Em Revista escrita por Marques Casara, jornalista e diretor da Papel Social, recebeu Menção Honrosa do Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos – categoria revista. A reportagem revela empresas multinacionais que se beneficiavam da exploração de trabalho infantil na cadeia produtiva do talco. A matéria-prima usada na fabricação de dezenas de produtos que levam talco em sua composição vem de Ouro Preto, Minas Gerais. A extração do minério usa mão-de-obra infantil, prática criminosa, pois fere o Estatuto da Criança e do Adolescente e outras diversas normas internacionais ratificadas pelo Brasil.

Observatório Social #06

A pesquisa Escravos do Aço, publicada na sexta edição do Observatório Social Em Revista abordou uma face até então pouco conhecida da cadeia produtiva do aço: o emprego de mão-de-obra escrava na produção de carvão para as siderúrgicas que exportam ferro gusa. Um sistema arcaico que alimentava um mercado de produção globalizada, com uso intensivo de energia, tecnologia e capital, sem se importar com as vidas humanas.

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